sábado, 17 de outubro de 2009


"A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, ela pensou.
Esta questão secular ainda não estava respondida para ela... Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha.
Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E se” justamente agora isto não funcionar?", ela pensou.
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tarefa final... o empurrão.
A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitou para o abismo... e eles voaram!"

4 comentários:

Klaine disse...

óoooin dii qui liindoo *-*
ahtri aeaheauihaueh

Anônimo disse...

isso me fez lembrar a frase do coringa interpretado pelo heth ledger: "a locura é igual a gravidade, só precisa de um empurrãozinho começar a funcionar!"
mas esse empurrãozinho fraternal da águia está mais para um pequeno passo para o homem, um grande passo para humanidade.

Anônimo disse...

na versão águia ficaria:
um pequeno empurrão para os pássaros, um grande empurrão para a sobrevivência do mais apto.

Faira Beck...é um jeito de causar efeito disse...

oi
é exatamente o que temos que fazer, quando estamos em dúvida ou não!
seguir o nosso instinto!
saber que o caos vai resolver e confiar muito, mas muito em si mesmo!